Um projeto do movimento Pense com IA

Sua vida inteiracabe numa linha.

O seu DNA, o seu sono, os seus exames, os seus remédios e as histórias da sua família, conectados no mesmo traço. E uma conversa para você perguntar o que quiser sobre ela.

Quero desenhar a minha linhaTurma fundadora, vagas limitadas. Nada é cobrado agora.
Assista

A ideia inteiraem 52 segundos.

Uma linha de lápis, a sua avó, os seus exames e uma conversa. Dá o play com som.

com a voz ligada fica melhor

Hoje, você está espalhado.

O seu DNA está guardado num aplicativo.

O seu sono mora no relógio, no anel ou no celular.

Os seus exames estão num PDF que você nunca mais abriu.

A história da sua avó está na memória de alguém.

Os pontos ficam soltos, e ninguém conecta um ao outro.

Conectando os pontos,
aparecem as perguntas boas.

Por que o café da tarde atrapalha a sua noite?

O que mudou no seu corpo quando você mudou de cidade?

O que você herdou da sua avó, além do sorriso?

Por que você dorme pior nas semanas mais corridas?

Perguntas que não cabem numa consulta de quinze minutos, nem num relatório de laboratório.

Relógio, anel e celular

Você já carrega um diário no pulso.

O relógio inteligente, o anel e o app de saúde do celular anotam o seu sono, os batimentos e os passos todos os dias. A maioria das pessoas nunca sabe o que fazer com esses números.

No DNiA, eles viram pontos da sua linha e se conectam aos exames, ao DNA e ao que estava acontecendo na sua vida. Aí eles começam a responder perguntas como estas:

  • As semanas em que você dormiu pior, e o que estava acontecendo nelas.
  • O que muda no seu corpo quando você viaja ou troca de rotina.
  • O café da tarde aparecendo nos batimentos da noite.

Não precisa entender de tecnologia. Na turma fundadora, a gente mostra como tirar os dados do seu aparelho.

relógio, anel, celular

Como a sua linha nascee os pontos se conectam

1

Você traz os seus pontos

Arraste os arquivos que você já tem, como exames e os dados do relógio, do anel ou do celular, e responda algumas perguntas. O que faltar, entra depois.

2

A gente desenha a sua linha

Cada ponto entra no seu lugar no tempo, e a linha conecta o que antes ficava solto. O DNA fica de pano de fundo: ele não define você, ele dá contexto.

3

Você conversa com ela

Pergunte o que quiser. Cada resposta mostra de onde veio e o quanto dá para confiar. Quando for o caso, vira um bilhete para levar ao seu médico.

Pergunte o que quiser

Perguntassem limite.

Quanto mais pontos você traz para o DNiA, mais conexões a sua linha faz e mais respostas ela tem para dar. Vale DNA, exame de sangue, laudo, relógio e o que você conta no questionário.

arraste para o lado

Que cor o meu DNA aposta para os meus olhos?

O DNA faz uma aposta a partir de algumas variantes associadas à cor dos olhos. Você confere no espelho, e o acerto ou o erro entra no seu placar.

e o placar diz se ele acertou

responde com:

Eu sou de manhã ou sou da noite?

O DNA dá um palpite sobre o seu relógio biológico. O sono registrado no relógio ou no anel mostra a que horas você rende de verdade.

o DNA aposta, o relógio confere

responde com:

O que quer dizer este número no meu exame de sangue?

Ele lê o seu laudo, explica cada item em palavras simples e compara com os seus exames anteriores. Ajuda você a entender, sem fechar diagnóstico.

em português claro

responde com:

O que a minha linha diz sobre a minha longevidade?

Ele conecta o histórico da família, o DNA, os seus exames ao longo dos anos e o sono e os passos do relógio, e mostra os hábitos que mais pesam na sua linha. Sem promessa de anos a mais: é contexto para conversar com o seu médico.

viver bem por mais tempo

responde com:

Posso tomar café depois das quatro da tarde?

O gene CYP1A2 sugere se você processa a cafeína rápido ou devagar. O relógio mostra como ficou o seu sono nos dias de café à tarde.

o CYP1A2 tem um palpite

responde com:

Por que é tão difícil eu emagrecer?

Ele conecta o seu DNA, os exames de sangue, o sono e a sua rotina, e mostra onde vale a pena olhar primeiro no seu caso.

não é só força de vontade

responde com:

De onde vieram as pessoas da minha família, lá atrás?

A ancestralidade e as linhagens materna e paterna do seu DNA se conectam com as histórias que a sua família contou.

ancestralidade e linhagens

responde com:

Tomar a canetinha pode fazer bem para mim?

Ele não indica remédio. Ele conecta os seus exames, o histórico da família, o DNA e os remédios que você já toma, e monta as perguntas para levar ao seu médico.

quem decide é o seu médico

responde com:

Por que o coentro tem gosto de sabão para mim?

Uma variante perto de genes do olfato faz algumas pessoas sentirem cheiro de sabão no coentro. O seu DNA mostra se você tem.

tem gente que nasce assim

responde com:

O meu colesterol subiu. O que estava acontecendo na minha vida?

Ele coloca os seus exames na linha do tempo, ao lado do sono, da rotina e das mudanças que você contou no questionário.

a linha conecta os pontos

responde com:

Eu sou mais de força ou de resistência?

O gene ACTN3 dá um palpite, e os treinos registrados no relógio mostram como o seu corpo responde de verdade.

o treino também conta

responde com:

Ibuprofeno ou paracetamol: como o meu corpo lida com cada um?

O gene CYP2C9 dá pistas de como o corpo processa alguns anti-inflamatórios. A pista vira um bilhete para você mostrar ao seu médico.

o CYP2C9 dá a pista

responde com:

Eu durmo melhor nas férias? Quanto melhor?

Ele compara o sono das férias com o das semanas de trabalho, usando os dados do relógio ou do anel e o que você anotou.

o anel sabe

responde com:

Qual é o meu tipo de sangue, segundo o DNA?

O DNA infere o seu grupo sanguíneo, e um exame que você já fez confirma ou corrige.

e o exame confirma

responde com:

O meu corpo se dá bem com leite?

O DNA mostra se você tem a variante que mantém a lactase ativa na vida adulta, e o que você sente depois do leite confirma.

o que você sente também entra

responde com:

O que o meu DNA errou sobre mim?

Toda aposta do DNA vira um item do placar: acertou, errou ou ficou no meio. O erro também ensina.

o meu errou o café

responde com:

E a sua pergunta?

Escreva a primeira no formulário da turma fundadora.

Quero perguntar

Nas perguntas sobre saúde e remédio, o DNiA não decide nada: ele ajuda você a entender e prepara um bilhete para levar ao seu médico.

Só você tem a chave.

Você entra com um codinome. Seus dados ficam trancados com uma chave que é só sua, e nem a nossa equipe consegue relacionar o codinome a você.

Paciente Zero

Eu desenhei a minha linha primeiro e conectei os pontos.

O DNA apostouque eu tomo pouco café.Eu tomo meio litro.

Ele errou, e o erro também conta. O placar mostra o que o DNA acerta e o que ele erra sobre você.

codinome: Araucária 27Gustavo Melles, criador do DNiAe do movimento Pense com IA

No DNiA, cada pessoa entra com um codinome. Só você sabe quem está por trás dele.

meio litro

O DNiA nasce da curiosidade: de onde vem o seu jeito, o que chegou da sua família, por que o seu corpo responde do jeito que responde. É para descobrir, comparar e perguntar sem medo de pergunta boba.

Ele não é médico e não dá diagnóstico. Quando o assunto for saúde, ele organiza, pergunta e leva você mais preparado para quem cuida de você.

Vamos desenhar a sua linha?

A primeira turma é pequena e acompanhada de perto. Conte um pouco de você.

a sua linha começa aqui
Pode ser curiosidade. Não precisa contar nada de saúde aqui.
Turma fundadora, vagas limitadas. Nada é cobrado agora.
Parceria

Ainda não tem o seu DNA?Comece pela Genera.

O DNiA lê o teste de genotipagem da Genera, o mesmo que eu fiz como Paciente Zero. Não é obrigatório para entrar na turma, mas é o jeito de chegar com o seu DNA na mão quando a sua linha começar.

foi por aqui que eu comecei
Quero o meu kit da GeneraLink de parceria. Ao comprar por aqui, o DNiA recebe uma comissão da Genera, e o preço para você é o mesmo.
Genera
Perguntas e respostas

O que todo mundo pergunta

O que é o DNiA?

O DNiA é uma plataforma brasileira que conecta os pontos da sua vida numa linha só: o seu DNA, os exames de sangue, os laudos, os dados do relógio, do anel ou do celular e as histórias da sua família. Com inteligência artificial, ele conversa com você sobre essa linha, mostra de onde vem cada resposta e o quanto dá para confiar. É um projeto do movimento Pense com IA, criado por Gustavo Melles.

O DNiA é um app médico?

Não. O DNiA nasce da curiosidade: ele organiza a sua história, conecta os pontos e conversa com você sobre ela. Ele não dá diagnóstico e não substitui ninguém que cuida da sua saúde. Quando o assunto for saúde, ele prepara as suas perguntas e um resumo para você levar à consulta.

Preciso já ter feito um teste de DNA?

Não. Você pode começar com o que já tem: exames, os dados do seu relógio inteligente, do anel ou do app de saúde do celular, a lista dos seus remédios e as histórias da família. O DNA entra quando você tiver o arquivo. Hoje o DNiA lê o teste de genotipagem da Genera.

O que eu posso trazer para a minha linha?

O arquivo do seu DNA, exames de sangue em PDF, laudos e consultas, os remédios e suplementos que você toma e as histórias da sua família. E também o que os seus vestíveis já registram: sono, batimentos e passos do relógio inteligente, do anel ou do app de saúde do seu celular. Cada um vira um ponto no seu lugar no tempo, e o que faltar pode entrar depois.

O DNiA explica os meus exames?

Ele ajuda você a entender. O DNiA lê o seu exame de sangue e os seus laudos, explica cada item em palavras simples e conecta com o resto da sua linha: o que mudou desde o último exame, o que estava acontecendo na sua vida e o que o seu DNA sugere. Ele não fecha diagnóstico. Quando algo merece atenção, vira uma pergunta para levar ao seu médico.

O DNiA é seguro? Os meus dados ficam protegidos?

Segurança é a base do DNiA, não um detalhe. A plataforma está sendo construída à parte desta página de lançamento, num ambiente próprio na nuvem do Google, com criptografia no envio e no armazenamento. Você entra com um codinome, e o seu nome real não fica junto dos seus dados. Antes de qualquer conversa com a inteligência artificial, os seus dados são anonimizados: nome, documentos e outros identificadores saem, e o arquivo bruto do seu DNA não é enviado. Tudo fica trancado com uma chave que é só sua, e nem a nossa equipe consegue relacionar o codinome a você. Ninguém vende, aluga ou compartilha o que é seu.

O DNA decide quem eu sou?

Não. O DNA é contexto, não sentença. Ele acerta umas e erra outras: o meu apostou que eu tomo pouco café, e eu tomo meio litro. Por isso o DNiA mostra o placar do que o DNA acerta e do que ele erra sobre você, e cada resposta diz de onde veio e o quanto dá para confiar.

O DNiA é pago?

Sim, com um plano anual. Um teste de DNA você faz uma vez e consulta o resultado. O DNiA é uma plataforma viva: você vai trazendo exames novos, os dados do relógio e o que acontece na sua vida, e sempre aparecem dúvidas novas. O plano é para isso: ter o DNiA como parceiro do dia a dia, para trocar ideia com o seu DNA e com a sua linha sempre que quiser. Nada é cobrado agora, e quem está na turma fundadora conhece os planos antes de todo mundo.

Como funciona a turma fundadora?

É uma turma pequena, acompanhada de perto por mim, Gustavo Melles. Você entra na lista pelo formulário desta página, e a gente fala com você antes de todo mundo para combinar o começo da sua linha.

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No @dnia.bio tem curiosidades sobre DNA, exames e rotina, e os bastidores do Paciente Zero conectando os pontos. Conhece alguém que vive cheio de perguntas sobre o próprio corpo? Manda para ele.

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